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Trabalhadores da alimentação escolar cobram da Prefeitura pagamento de adicional de insalubridade

Merendeiras, cozinheiras, manipuladoras de alimentos e auxiliares realizam manifestação no Centro de Fortaleza nesta quinta-feira, a partir de 8h da manhã, cobrando à Prefeitura pagamento de adicional de insalubridade. A concentração acontece na sede do sindicato da categoria, o Seeaconce, na Rua São Paulo, 1037. Dali trabalhadoras e trabalhadores sairão em caminhada por ruas do Centro, dialogando com a população e reivindicando solução urgente para essa pendência que vem gerando grande prejuízos.

As merendeiras, cozinheiras, manipuladoras de alimentos e auxiliares de manipuladoras de alimentos que trabalham nas escolas da rede estadual já vêm recebendo o adicional de insalubridade, em uma conquista das categorias e do sindicato. Mas as trabalhadoras e os trabalhadores que exercem essas mesmas funções nas escolas da rede municipal de Fortaleza não recebem esse adicional.

Por isso, trabalhadoras e o sindicato seguem firme na luta pelo pagamento do adicional de insalubridade para todas as merendeiras e os merendeiros, cozinheiras, manipuladores/as de alimentos e auxiliares de manipuladores de alimentos da rede municipal de educação de Fortaleza.

O sindicato tem cobrado repetidamente, nas ruas, nas redes sociais e na imprensa, respostas do prefeito de Fortaleza quanto a essa reivindicação.

Empresas de terceirização de mão de obra responsáveis por contratar esses profissionais têm nos seus contratos com a Prefeitura cláusula que estabelece o pagamento do adicional de insalubridade às merendeiras, cozinheiras, manipuladores de alimento e auxiliares de manipuladores de alimentos. Em uma delas, por exemplo, o valor do adicional está previsto em R$ 353,59.

Mas essa cláusula segue sendo descumprida. O adicional de insalubridade não está sendo pago, e a Prefeitura de Fortaleza nada faz para corrigir essa injustiça. Para o sindicato Seeaconce, o prefeito precisa agir para que o que está previsto nos contratos seja pago, de fato.

O Seeaconce apela para que a Prefeitura, a Câmara Municipal, o Ministério Público do Trabalho venham a agir com atenção sobre esse caso, a fiscalizar os contratos e a garantir o pagamento do adicional de insalubridade a essas trabalhadoras e esses trabalhadores.

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