Samba Queixinho leva homenagem ao cinema mineiro para o domingo de Carnaval em Belo Horizonte
Dia 15 de fevereiro, às 12h30, bloco ocupa o arredores da Praça da Liberdade

O bloco Samba Queixinho desfila no domingo de Carnaval, 15 de fevereiro, com concentração a partir das 12h30, em frente à Casa Fiat, na Praça da Liberdade. Em 2026, o cortejo apresenta o tema “O Cinema é nóis – homenagem ao cinema mineiro”, celebrando trabalhadores e trabalhadoras do audiovisual que constroem, de forma coletiva, uma das produções culturais mais relevantes do estado. O Samba Queixinho tem patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
A escolha do cinema como eixo do desfile parte do reconhecimento da força e da persistência do audiovisual mineiro, que se afirma no cenário nacional e internacional mesmo diante de desafios históricos de financiamento e estrutura. Ao eleger o cinema como tema, o Samba Queixinho reforça a ideia de arte como trabalho coletivo e contínuo, princípio que também orienta a atuação do bloco ao longo de todo o ano, por meio de oficinas, ensaios abertos e formação de ritmistas.
A homenagem de 2026 é dedicada simbolicamente a três nomes que representam diferentes frentes dessa cadeia produtiva: o cineasta Gabriel Martins, da Filmes de Plástico, como referência de diretores, roteiristas e equipes técnicas; a produtora cultural Raquel Hallak, responsável por mostras que consolidaram Minas Gerais como pólo de exibição e reflexão sobre o cinema brasileiro; e a atriz Rejane Faria, presença constante no cinema, na televisão e no teatro, reconhecida por personagens que ampliam as narrativas sobre o estado e o país.
Segundo Gustavo Caetano, um dos fundadores do bloco, a proposta foi muito bem recebida pela classe do audiovisual. “Sabemos da importância do cinema mineiro e tudo o que nos representa, e os homenageados se sentiram extremamente honrados. A expectativa esse ano para o desfile é a melhor possível, a bateria está bem bonita, bem formada com o pessoal super dedicado, estamos conseguindo formar esse ano excelentes ritmistas, fruto de um trabalho contínuo, o fim de um carnaval já é o início de outro, então damos continuidade pensando que o carnaval é o ano todo, isso é uma lei dentro do Queixinho”, comenta.
Fundado em 2009, o Samba Queixinho se consolidou como um dos blocos mais consistentes do carnaval de rua de Belo Horizonte, justamente por manter atividades regulares durante todo o ano. As oficinas de percussão e os ensaios abertos são parte central do projeto, formando novos ritmistas e fortalecendo a bateria de maneira progressiva, sem rupturas entre um Carnaval e outro. Essa atuação contínua faz do Queixinho um bloco que não apenas desfila, mas sustenta um processo formativo e comunitário ligado à cultura do samba e do carnaval de rua.
No cortejo de 2026, essa trajetória se traduz em um desfile que articula música, memória e imagem em movimento, aproximando o universo do cinema mineiro da experiência coletiva do carnaval.
Serviço
Cortejo do bloco Samba Queixinho – Carnaval 2026
Data: 15 de fevereiro
Concentração: 12h30
Local: Em frente à Casa Fiat (Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – Belo Horizonte)
Mais informações: https://www.instagram.com/sambaqueixinho/
CEMIG: ENERGIA DO CARNAVAL
Como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais, a Cemig está presente em todas as edições do Carnaval da Liberdade, desde a primeira, patrocinando iniciativas em diversas cidades mineiras de diferentes regiões do estado. Ao longo dos últimos anos, a companhia já destinou, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, mais de R$22 milhões, beneficiando mais de 120 atrações culturais ligadas ao carnaval. Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação. Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.




