
Fevereiro, 2026 – Abraço da dupla após a vitória, vibração e entrosamento ao longo do jogo, comemoração com a torcida e descontração. Foi assim a estreia de Marcelo Melo e João Fonseca no Rio Open, nesta segunda-feira (16), na quadra Guga Kuerten, no saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.
O mineiro e o carioca garantiram vaga nas quartas de final do ATP 500 derrotando o argentino Roman Andres Burruchaga e o italiano Andrea Pellegrino – que entraram como alternates: 2 sets a 0, com duplo 6/4, em 1h17min.
Melo, 42 anos, e Fonseca, 19 anos, deixaram a quadra destacando uma “osmose” entre os dois, com o carioca afirmando que busca volear como Melo e, o mineiro, que quer a direita de João. “Ainda tenho tempo para isso e, ele, muuito tempo”, brincou Melo, que tem o patrocínio de Centauro, BMG e Alto Giro, com apoio de Volvo, Head e Asics, nesse encontro de duas gerações na chave de duplas do Rio de Janeiro.
“Acho que o Rio é um lugar muito especial para ambos. Conseguimos juntar toda essa energia positiva. Vínhamos treinando muito bem, jogando bem, mas às vezes a vitória não vem. É questão de continuar treinando. E, oportunidades como essa, se não estivéssemos bem treinados, com o físico em dia, não ganharíamos. Então, isso mostra que estamos fazendo um trabalho muito intenso”, completou.
Os próximos adversários de Melo e Fonseca no ATP 500 do Rio serão os vencedores do jogo entre o equatoriano Gonzalo Escobar e o holandês Jean-Julien Rojer diante dos argentinos, cabeças de chave 2, Maximo Gonzalez e Andres Molteni.
Melo – atual campeão do Rio Open – e Fonseca entraram em quadra juntos pela primeira vez. E a parceria inédita e 100% brasileira, que recebeu wild card, enfrentou os alternates em função da desistência da dupla do bósnio Damir Dzumhur e do francês Alexandre Muller.
O jogo – No primeiro set, Melo e Fonseca tiveram chances de break no segundo e no quarto games, mas os adversários salvaram. As duplas mantiveram seus serviços até o décimo game, quando o mineiro e o carioca aproveitaram a nova oportunidade de break e o set point, marcando 6/4 para sair na frente no jogo. No segundo set, o argentino e o italiano quebraram primeiro no terceiro game, abrindo em seguida 3/1. Mas, Melo e Fonseca foram logo em busca da reação, devolvendo o break no sexto game, deixando tudo igual em 3/3. E, com mais uma quebra, no décimo game, fecharam com um novo 6/4 para seguir no ATP 500.
Melo joga o Rio Open pela 12ª vez – único brasileiro a disputar todas as edições, desde a primeira, em 2014. Além do título de 2025, o mineiro tem, também, mais duas finais no torneio: vice-campeão em 2014, com o espanhol David Marrero, e em 2023, com o colombiano Juan Sebastian Cabal.
Esta é a 20ª temporada de Melo no circuito, com 665 vitórias na carreira, em um total de 1.123 jogos. O mineiro está na 59ª colocação no ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), com 1.530 pontos. Fonseca é o número 38 no ranking de simples.
Recordista em títulos, número de vitórias, participações em Grand Slam, ATP Finals e semanas no topo do ranking – Marcelo Melo, 42 anos, é recordista brasileiro em número de títulos, 40 conquistas. Dos títulos, todos em duplas, dois são Grand Slam – Roland Garros, na França (2015) e Wimbledon, em Londres (2017) e nove Masters 1000, além de 12 ATP 500 e 17 ATP 250. Tem o recorde, também, em semanas no topo do ranking da ATP – 56, único brasileiro na história a ser número 1 do mundo em duplas e esteve entre os Top 10 por oito temporadas seguidas.
Duplista mais vitorioso em atividade no circuito, é o maior vencedor entre os brasileiros, tendo alcançado na estreia em Roland Garros 2023 a histórica marca de 600 vitórias. Entre os jogadores de dupla em atividade, Melo é o primeiro a chegar aos 1.000 jogos, mais uma marca histórica, conquistada em Atlanta 2023 – antes, 13 duplistas atingiram e superaram esse número.
É recordista em participações em Grand Slam, com 73 edições, e em presença no ATP Finals – completou oito seguidas em 2020. Em 2019 chegou a 500 vitórias, na estreia no ATP 500 de Washington, passando a ser o 35º jogador de todos os tempos a atingir essa marca.
O primeiro título de Marcelo em torneios ATP foi em 2007, no Estoril, em Portugal. Tem dois Grand Slam, além de um vice em Londres (2013) e um vice (2018) e duas semifinais no US Open. Marcelo também lidera no número de títulos em Masters 1000, com nove: três em Xangai, dois em Paris, Toronto, Cincinnati, Miami e Madri.
Principais títulos
Grand Slam
Wimbledon (2017)
Roland Garros (2015)
Masters 1000
Xangai (2018, 2015, 2013)
Paris (2017 e 2015)
Miami (2017)
Madri (2017)
Cincinnati (2016)
Toronto (2016)
ATP 500
Rio Open (2025)
Halle (2023, 2018, 2017)
Temporada 2025
Campeão
Rio Open – ATP 500 do Rio de Janeiro
ATP 250 de Winston-Salem – Estados Unidos
Vice-campeão
ATP 250 de Buenos Aires – Argentina
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