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CCBB BH – Últimos dias de “Sonho Elétrico”, da companhia brasileira de teatro

Com texto original e direção de Marcio Abreu, o espetáculo, criado em diálogo com a obra do neurocientista Sidarta Ribeiro, traz uma reflexão sobre a importância de sonhar coletivamente com o futuro da vida e dá continuidade à pesquisa da companhia sobre questões relativas a memória, sonho e história. Até o dia 30 de março.

“Visto de cabeça para baixo, esse mundo torto pode ter jeito”, escreveu Sidarta Ribeiro em seu livro “Sonho Manifesto”, que foi um dos pontos de partida para a pesquisa e criação da peça “Sonho Elétrico”, que está em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) e cumpre temporada até 30 de março, de sexta a segunda, às 20h. Com texto e direção de Marcio Abreu e produção da companhia brasileira de teatro, que está celebrando seus 25 anos de atividades ininterruptas, o espetáculo tem o elenco formado pelos artistas Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles, e a presença do pianista Luís Chamis em cena. Os ingressos, a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), podem ser adquiridos pelo site ccbb.com.br/bh e na bilheteria do CCBB BH. No sábado, dia 28 de março, haverá duas sessões do espetáculo, às 17h e às 20h.

 

Em “Sonho Elétrico”, uma artista e integrante de uma banda (Verónica Valenttino) é atingida por um raio. Em estado de coma, a protagonista navega pelo limiar entre vida e morte, explorando memórias, sonhos e a possibilidade de despertar para uma nova chance. A narrativa se desenvolve como um percurso sensível na mente de uma artista, servindo como metáfora para a iminência do fim e as oportunidades de transformação que podemos ter enquanto comunidade planetária.

A peça, em diálogo com a obra e a interlocução de Sidarta Ribeiro, neurocientista, capoeirista e escritor brasileiro, tem como ponto de partida seu livro “Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico”, no qual compartilha conhecimentos de cientistas, pajés, xamãs, mestras e mestres de saber popular, artistas e inventores que nos lembram da importância de sonhar e agir coletivamente para o futuro do planeta. Também é a continuidade da pesquisa da companhia brasileira de teatro sobre o sonho, a História e a memória, individual e coletiva, iniciada em seu espetáculo anterior, AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024).

“O autor consegue articular através de uma linguagem direta e acessível um conjunto de proposições e de temas muito diversos, atuais e urgentes. Essa capacidade de diálogo com as pessoas e com a sociedade plural na qual vivemos é o principal ponto de convergência entre o pensamento de Sidarta Ribeiro e o que buscamos nessa peça: uma obra fundamental para consolidar a importância social da arte e seu potencial transformador, que revisita o passado e inspira ações para o futuro, agora”, comenta Marcio Abreu.

“Sonho elétrico” é uma pesquisa, criação e produção dos membros da companhia brasileira de teatro: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. Com equipe diversa de multiartistas e parceiros colaborativos da companhia, conta com as colaborações criativas de: Key Sawao, bailarina e artista da cena, e que assina a direção de movimento da peça; trilha sonora original e direção musical do multi-instrumentista e compositor Felipe Storino, com colaboração da compositora e cantora Juliana Linhares; assistência de direção do ator, bailarino e pesquisador Fábio Osório Monteiro; figurinos do estilista e criador mineiro Luiz Cláudio Silva e seu Apartamento 03.

A Gênese do Projeto

“Sonho Elétrico” é fruto de um processo criativo que se desenvolveu a partir da plataforma Voo Livre, criada em 2023 pelos artistas e produtores Marcio Abreu, Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria. A relação da companhia brasileira com Sidarta Ribeiro e com temas relacionados ao sonho vem se desenvolvendo em diversos momentos, desde as pesquisas para a criação da peça “Sem Palavras”, que estreou na França em setembro de 2021. O neurocientista participou de três momentos importantes da plataforma: primeiro, em cena, no acontecimento “Voo Livre – Futuros”, em outubro de 2023, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro. Em junho de 2024, volta à cena na reedição de “Futuros” no Teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo. Nesta ocasião, Sidarta também colaborou na residência artística “Voo livre – Sonho Manifesto”, direcionada a 30 jovens artistas de linguagens diversas, no Galpão do Sesc Pompeia, orientada por Marcio Abreu e a companhia brasileira de teatro, junto a artistas convidados, como Key Sawao, Cristina Moura, Kenia Dias e Helena Vieira. E, numa terceira edição, já chamada de Voo livre – Sonho Elétrico, no CPT – Sesc Consolação, como convidado e palestrante, com a equipe criativa do espetáculo e mais 15 artistas assistentes.

 

FICHA TÉCNICA 

 

Texto e Direção: Marcio Abreu

Pesquisa e Criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria

Elenco e criação: Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles

Interlocução teórica e criativa: Sidarta Ribeiro

Direção técnica, Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira

Direção de produção e administração: Cássia Damasceno e José Maria

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino

Colaboração Criativa Musical: Juliana Linhares

Direção de Movimento e colaboração criativa: Key Sawao

Assistência de direção e colaboração criativa: Fábio Osório Monteiro

Música “Armadilha”: Juliana Linhares e Caio Riscado

Música “Emaranhada”: Juliano Holanda

Música “Sonho Elétrico”: Juliana Linhares e Marcio Abreu

Pianista em cena: Luís Chamis

Figurinos: Luiz Cláudio Silva | Apartamento 03

Cenografia: Marcio Abreu, José Maria e Nadja Naira

Assistência de dramaturgia e colaboração criativa: Aislan Salomão

Assistência de produção e arte: Taís Morgado

Design e técnico de som: Felipe Storino

Técnicos de luz e programação: Ricardo Barbosa e Sibila Gomes

Assistência de cenografia e desenhos técnicos: Luana Gattoni

Execução cenográfica: Douglas Caldas e Alexander Peixoto da Silva

Cenotécnico e Maquinista: Henrique Fonseca

Camareira: Cristiane Ferreira da Silva

Fotos e vídeos da Residência Voo Livre | Sonho Manifesto – Sesc Pompeia: Cacá Bernardes

Fotos da Residência Voo Livre | Sonho Elétrico – CPT – Sesc Consolação: Aristeu Araújo

Fotos do Processo Criativo e Espetáculo Sonho Elétrico: Ethel Braga

Programação Visual: Pablito Kucarz

Mídias Sociais: Kalindi D’Elia

Imagens e Registro Videográfico: Elisa Mendes

Assessoria de Imprensa em Belo Horizonte: Polliane Eliziário – Personal Press

Criação e produção: companhia brasileira de teatro

 

Este espetáculo é realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil e Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro. 

 

 

SERVIÇO:

 

Espetáculo: SONHO ELÉTRICO

Temporada: De 6 a 30 de março de 2026

Dias e horários: Sexta a segunda, 20h

Sábado, dia 28, duas sessões: 17h e 20h

 

Local: Teatro I – CCBB BH

 

Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia), disponíveis pelo site ccbb.com.br/bh e na bilheteria do CCBB BH, sempre às quartas-feiras da semana anterior às apresentações.

 

Capacidade: 262 lugares

O Teatro possui áreas para cadeiras de rodas, assentos especiais para obesos e rampas. Haverá sessões com Intérprete em LIBRAS nos dias 15 e 22 de março.

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos.

@ciabrasileira

 

 

Sobre a companhia brasileira de teatro

https://www.companhiabrasileira.art.br/

 

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país, fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba (PR). Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações estão peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO BRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país, como uma adaptação da obra Platonov, de Anton Tchekov, intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); a peça Krum (2015), de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006), de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.

Suas criações mais recentes são SONHO ELÉTRICO (2025), AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024) e SEM PALAVRAS (2021), todas com texto e direção de Marcio Abreu.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. O núcleo criativo da companhia é composto por Marcio Abreu (direção, dramaturgia, direção artística), Nadja Naira (atriz, iluminadora, coordenação técnica), Cássia Damasceno (atriz, administração) e José Maria (direção de produção).

Circuito Liberdade

O CCBB BH é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

 

CCBB Belo Horizonte

Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte – MG

Funcionamento – de quarta a segunda, das 10h às 22h

Telefone: 31 3431-9400 | E-mail: ccbbbh@bb.com.br | Site: ccbb.com.br/bh

Redes sociais: facebook.com/ccbbbh | instagram.com/ccbbbh

 

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