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Belvedere vira destino de compras e lazer com a chegada do Botânico Shopping

Com projeto inspirado em arquitetura afetiva, o centro de compras muda o conceito de shopping de bairro e atrai visitantes de toda a capital como alternativa ao circuito Savassi-Lourdes.

O circuito da gastronomia e do consumo de luxo em Belo Horizonte está subindo a montanha. Se antes a Savassi e o Lourdes eram os principais destinos para quem buscava restaurantes de alto padrão e compras sofisticadas, o bairro Belvedere reivindica seu lugar como o novo point turístico da capital mineira.

O bairro mais alto de Belo Horizonte (entre 1.100 a 1270 metros de altitude) é também o mais rico. Segundo dados do Atlas do Desenvolvimento Humano, o Belvedere ostenta um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,951, valor comparável ao de países escandinavos.

A exclusividade também se reflete no mercado imobiliário. O bairro lidera o ranking dos condomínios mais caros da capital mineira, com taxas médias que podem ultrapassar os R$ 3,4 mil, à frente de bairros como o próprio Lourdes e o do Leblon, no Rio de Janeiro. É nesse cenário de alto padrão que o Botânico Shopping surge não apenas como um centro comercial, mas como a peça que faltava no quebra-cabeça do lazer local.

Autonomia e conveniência

Para quem vive o dia a dia da região, o shopping não é apenas um centro comercial, mas uma mudança de paradigma na mobilidade e no estilo de vida. A Relações Públicas Denise Diniz, de 58 anos e moradora do bairro há 17, resume o sentimento de autonomia que o empreendimento trouxe.

“Eu acompanho a mudança do Belvedere há anos. Antes, precisávamos sair do bairro para quase tudo. Hoje, morando a três quadras do Botânico, resolvo minha vida a pé. Faço hortifruti, vou à padaria, ao spa, ao salão e resolvo presentes no mesmo lugar. A principal carência aqui era a gastronomia, e o Botânico preencheu isso com opções excelentes para almoço, jantar ou um simples café”, destaca Denise.

O empresário Cláudio Pereira, de 72 anos, também compartilha da mesma visão de Denise. Morador do Belvedere há 12 anos, ele frequenta o espaço praticamente todos os dias durante suas caminhadas matinais.

“O Botânico veio para preencher uma enorme carência do bairro em compras, lazer e entretenimento. Muitas vezes, precisávamos nos deslocar para outras regiões em busca da estrutura que ele oferece hoje. O shopping é um lugar agradável, um ponto de encontro de amigos que agrega moradores não só daqui, mas de toda a cidade”, comenta Pereira.

Esse alcance que transborda as fronteiras do bairro é confirmado pela empresária Mariana Honorato, de 36 anos. Moradora do Buritis, ela incluiu o Botânico em sua rotina de lazer e bem-estar. “O shopping se tornou o novo point de BH. Eu gosto de correr na Lagoa Seca e, de lá, costumo ir direto para o Botânico. Costumo correr na Lagoa Seca e já emendar com uma visita ao Botânico. Como o ambiente é pet friendly, consigo desfrutar de toda aquela atmosfera agradável junto com o meu cachorro, algo que faz toda a diferença para mim”, destaca.

Para a empresária, o conceito de lifestyle do projeto é um grande atrativo do shopping. “A arquitetura contemporânea e sofisticada do Botânico chama a atenção. É um ambiente diferenciado e muito elegante que reúne tudo em um só lugar: comida saudável, gelateria, spa, salão de beleza, boa gastronomia e compras. Adoro passar o tempo na praça. A praça central é um convite à pausa. Você entra e não quer sair mais. Eu acho o Botânico um local perfeito para encontrar amigas, conhecer pessoas, tomar um vinho, almoçar ou simplesmente tomar um café e observar o movimento”, completa.

 

Arquitetura afetiva

Inspirado nos lifestyle centers de cidades como São Paulo e Miami, o projeto de R$ 120 milhões, desenvolvido pelo Grupo NS Participações e construído pela Terzo Engenharia rompe com o modelo de corredores fechados e claustrofóbicos. Assinado por nomes como David Guerra, Lucy Volpini e Thiago Junqueira, com paisagismo de Ronaldo Moraes, o espaço foca na integração com a natureza.

Para o empresário Cláudio Pereira, o ambiente do Botânico convida à permanência. Para ele, o diferencial está na atmosfera que foge do padrão fechado dos grandes centros. “O Botânico tem um projeto elegante, sofisticado e moderno. É um local que vai além de compras. Eu nunca gostei muito de ir a shoppings, eu geralmente fazia compras e ia embora, mas no Botânico a gente vai para ter bons momentos, para encontrar os amigos e ficar horas conversando e é claro, também fazer compras. Por isso digo que ele é mais do que um centro de compras, é um lugar para reunir, para estar”.

A relações públicas Denise reforça esse ponto de vista, classificando o shopping como um refúgio urbano. “É um local onde a gente se sente bem. Consigo passar horas com minhas amigas nos sofás confortáveis da praça central, que para mim funciona como um jardim maravilhoso. O shopping trouxe uma praticidade incrível que mudou minha forma de consumir”, afirma.

Shopping de destino

 

A escolha de marcas selecionadas e serviços de diferentes áreas transformou o Botânico em um shopping de destino. O local virou uma referência tanto para os moradores quanto para quem vem de fora do bairro e serve como uma opção ao circuito tradicional da capital mineira.

Para a diretora do Botânico Shopping, Ana Carolina Felix, a resposta do público tem mostrado que o caminho escolhido foi o certo. “Nosso objetivo era criar um espaço sofisticado e com alma, que fizesse parte da vida das pessoas de um jeito natural. Ver o Botânico cheio, com as pessoas aproveitando a nossa praça, as opções gastronômicas e as lojas mostram que Belo Horizonte queria esse modelo mais humano e integrado à natureza. Não é só sobre consumo, é sobre proporcionar uma experiência marcante e um respiro no dia a dia”, afirma a diretora.

O funcionamento das operações do Botânico tem alterado o fluxo de pessoas na região Centro-Sul. O empreendimento recebe um público que antes frequentava exclusivamente os eixos tradicionais e agora encontra no topo da montanha uma estrutura de serviços e gastronomia. A adesão dos moradores e a chegada de visitantes de diversas partes da cidade tornam o Belvedere um polo turístico de Belo Horizonte, onde o ambiente aberto e o contato com a natureza definem o ritmo de convivência local.

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