A presença de síndicos profissionais nos condomínios brasileiros vem crescendo nos últimos anos, segundo o Censo SíndicoNet. O levantamento recente apontou que 18% dos condomínios eram administrados por profissionais contratados para exercer a função.
O percentual era de 15% em 2020 e de 6% em 2013. Em oito anos, a participação triplicou. O levantamento mostra ainda que, em 10% dos empreendimentos, o síndico profissional já estava à frente da administração havia mais de uma gestão. Em outros 9%, o profissional estava no primeiro mandato, enquanto 4% dos condomínios avaliavam a possibilidade de contratar esse tipo de gestor.
“O síndico profissional deixou de ser apenas a pessoa que acompanha as demandas do prédio. Ele passou a assumir uma função de gestão, com responsabilidades financeiras, administrativas e operacionais que exigem conhecimento e planejamento. Quanto maior a carteira de condomínios, maior também é a necessidade de contar com processos e parceiros que deem segurança para a tomada de decisão”, afirma Zener Costa, empresário e CEO da LLZ Garantidora.
A previsibilidade financeira está entre os principais desafios desse cenário. A inadimplência pode comprometer o fluxo de caixa e dificultar o pagamento de fornecedores, funcionários e contratos essenciais, além de aumentar a pressão sobre os moradores que mantêm os pagamentos em dia. Para o síndico profissional, reduzir esse tipo de instabilidade também significa ganhar tempo para se dedicar ao planejamento e à gestão dos condomínios.
“A garantia condominial funciona como uma ferramenta de apoio ao trabalho do síndico porque dá maior previsibilidade à receita do condomínio. Em vez de administrar o mês considerando possíveis atrasos, o profissional consegue trabalhar com os recursos necessários para manter a operação, preservar os adimplentes e planejar as despesas com mais segurança”, completa Zener.
A pesquisa ouviu 5 mil pessoas, das quais 927 eram síndicos profissionais. A maior concentração estava em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Distrito Federal e Ceará. Os demais profissionais estavam distribuídos entre as capitais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Crédito: Canva/Gerival Azka




















































































